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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

REVOLUÇÃO FRANCESA - 8ºs A, B, C e D - CALVITTI

 Olá alunos e alunas.

Segue mais uma atividade referente ao 3º bimestre.

Leiam as páginas 56 a 66 e realizem os exercícios das páginas 67 e 72.


Assistam essa vídeo-aula do canal Parabólica, auxiliará nos estudos.




Enviem até segunda-feira (12/10) para meu e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br

Bons estudos!

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

O ILUMINISMO (2ª parte) - 8ºs A, B, C e D - CALVITTI

 Olá alunos.


Dando continuidade aos estudos, iniciaremos os estudos sobre Liberalismo econômico e a Independência dos Estados Unidos.


A atividade dessa semana consiste na leitura das páginas 48 a 54 e a realização dos exercícios da página 55.


Também posto aqui a vídeo-aula do canal Projeto X sobre o Iluminismo:




Lembrando que no Google Classroom vocês encontram as aulas que eu gravei sobre os assuntos da Unidade I do livro de História (Revoluções Inglesas e Revolução Industrial).


Lembrando também que toda quinta-feira tem aula online de História a partir das 16:00. Posto o link aqui no blog e também no Google Classroom.


Enviem os exercícios para meu e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br


Abraço!

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

O ILUMINISMO - 8ºs A, B, C e D - CALVITTI

Olá alunos, boa tarde.

Dando continuidade aos estudos, iniciaremos a unidade II do livro (Iluminismo, Independência dos Estados Unidos e Revolução Francesa).

A atividade dessa semana consiste na leitura das páginas 42 a 46 e a realização dos exercícios da página 47.

Também posto aqui a vídeo-aula do canal Projeto X sobre o Iluminismo:


Lembrando que no Google Classroom vocês encontram as aulas que eu gravei sobre os assuntos da Unidade I do livro de História (Revoluções Inglesas e Revolução Industrial).

Na próxima quinta-feira dia 10/09 terá aula online de História a partir das 16:00. Postarei o link aqui no blog e também no Google Classroom.

Enviem os exercícios para meu e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br

Abraço!

sexta-feira, 10 de julho de 2020

OS IMPACTOS DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - 8ºs A, B, C e D - CALVITTI

Olá caros alunos.

Para quem ainda não está no Google Classroom, segue o código da turma:

8º A: 7rcngjg
8º B: vguttlq (letra L)
8º C: v247x3o
8º D: vnsilwu (Letra L)

A atividade de hoje é o capítulo 3 - Os impactos da Revolução Industrial.

Hoje vocês irão realizar a leitura das páginas 34, 35, 36 e 37 e realizar os exercícios das páginas 38, 39 e 41.

Essa  capítulo aborda o intenso intercâmbio comercial e cultural provocado pela Revolução Industrial, mostrando como as inovações tecnológicas nos transportes e nas comunicações encurtaram as distâncias entre pessoas, mercados e nações. Há ainda uma análise diacrônica (através do tempo) trazendo uma reflexão sobre nosso presente marcado pela globalização.

https://www.youtube.com/watch?v=t6nJNv-pNr8

Enviem os exercícios para o email: dennys@prof.educacao.sp.gov.br

Abraço!

sexta-feira, 26 de junho de 2020

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - LUDISMO E CARTISMO - 8ºs A, B, C e D - CALVITTI

Olá caros alunos, boa tarde.

Para quem ainda não está no Google Classroom, segue o código da turma:

8º A: 7rcngjg
8º B: vguttlq (letra L)
8º C: v247x3o
8º D: vnsilwu (Letra L)

A atividade de hoje é continuidade do capítulo 2 - A Revolução Industrial e as mudanças na sociedade.

Hoje vocês irão realizar a leitura das páginas 30, 31 e 32 e realizar os exercícios da página 32 e o exercício 4 da página 33.

Essa parte do capítulo aborda a forma como os trabalhadores começaram a se organizar contra a exploração nas indústrias, através do ludismo, o surgimento dos sindicatos (trade unions) e o movimento cartista pressionando o Parlamento britânico a aprovar leis que defendessem os trabalhadores.

Enviem os exercícios para o email: dennys@prof.educacao.sp.gov.br

Abraço!

sexta-feira, 19 de junho de 2020

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - 8ºs anos A, B, C e D - CALVITTI

Olá caros alunos!

Nova atividade sobre o capítulo 2 do livro de História.
Vocês devem ler as páginas 21 até 29, realizar os exercícios da página 29 e os exercícios 1, 2 e 3 da página 33.

Para quem ainda não está no Google Classroom, segue o código da turma:

8º A: 7rcngjg
8º B: vguttlq (letra L)
8º C: v247x3o
8º D: vnsilwu (Letra L)

Há uma vídeo-aula comentando as páginas 21 a 29 do capítulo 2:
https://www.loom.com/share/164093798d7e40ceb8f3f20bdb3ff63e

E também posto aqui uma vídeo-aula do canal Mundo Edu sobre a Revolução Industrial:


Vídeo-aula do canal Parabólica:


Realizem os exercícios no Word ou no caderno e enviem foto para meu e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br

terça-feira, 12 de maio de 2020

REVOLUÇÕES INGLESAS - 8ºs ANOS A, B, C e D - CALVITTI

Olá, caros alunos dos 8º anos.
Vamos iniciar as atividades pelo blog.

Utilizaremos o livro de História que foi distribuído para todos os alunos e nele seguiremos uma linha, respeitando o Currículo Paulista.

Abordamos Teoria da História no início do ano letivo e agora iniciaremos a crise do Absolutismo Monárquico e do Antigo Regime, começando pelas Revoluções Inglesas do século XVII.

Podemos nos comunicar nos comentários, aceito sugestões de vocês, sempre se identifiquem nos comentários (mesmo com perfil anônimo, diga seu nome e série).





Vídeo-aula sobre as Revoluções Inglesas do século XVII e como o Absolutismo monárquico marcou a Inglaterra.

O livro de História (Projeto Araribá) começa com as Revoluções Inglesas do século XVII, com a crise da Dinastia Stuart, a República Puritana de Oliver Cromwell e a Revolução Gloriosa que instaurou a Monarquia Parlamentarista Constitucional na Inglaterra.

Os objetivos para esse início são:

* Identificar as particularidades político-sociais da Inglaterra do século XVII e analisar os desdobramentos posteriores à Revolução Gloriosa.

Caso vocês tiverem dificuldades de compreender o surgimento da Dinastia Tudor, é importante revisar a Guerra das Duas Rosas (1455-1485) e a  Reforma Protestante na Inglaterra, onde o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e fundou a Igreja Anglicana (Igreja da Inglaterra).


Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Parabólica.


Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Nerdologia.


Vídeo sobre as Reformas Protestantes do canal Parabólica.

Na imagem de abertura do Capítulo 1 do livro, temos a primeira-ministra Thereza May cumprimentando a Rainha Elizabeth II no Palácio de Buckingham . Na ocasião, em 2016, a Inglaterra era governada pela primeira-ministra Thereza May. Hoje, Boris Johnson é o atual primeiro-ministro inglês.

Responda nos comentários os dois exercícios da página 17 e responda também o que você sabe sobre a família real britânica, citando fatos e podendo até postar links sobre fatos recentes envolvendo a rainha e os príncipes.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O SALDO DA UNIÃO IBÉRICA E A GUERRA DOS MASCATES - 7ªs SÉRIES A,B e C - ZENAIDE LOPES

O saldo da União Ibérica e a Guerra dos Mascates

Declínio Econômico – O saldo da União Ibérica

Durante o período em que esteve submetido à dominação espanhola, Portugal – que dependia em grande medida do comércio colonial – acabou perdendo parte de suas colônias para holandeses, franceses e ingleses. Isso, somado a todas as guerras que teve que enfrentar contra espanhóis e holandeses e à queda dos preços do açúcar no mercado internacional, conduziu o país a uma grave crise econômica.






Procurando solucionar essa crise, o governo português recorreu à Inglaterra e assinou diversos tratados, a fim de dinamizar de imediato a economia do país, principalmente por meio de empréstimos. Além disso, adotou uma política rigorosa em relação ao Brasil, uma das poucas colônias que ainda lhe restavam.

Tratados econômicos entre Portugal e Espanha

Pelos tratados assinados com o governo da Inglaterra, os soberanos de Portugal receberiam proteção político-militar, e os comerciantes portugueses poderiam comprar produtos manufaturados daquele país em troca de vantagens comerciais concedidas aos ingleses.
Entre esses tratados, destaca-se o de Metheun, de 1703 (também conhecido como Tratado dos Panos e Vinhos), pelo qual o rei de Portugal se comprometia a admitir em seu reino os tecidos de lã fabricados na Inglaterra, que, em troca, compraria os vinhos portugueses.
Na época, a assinatura desse tratado satisfez aos interesses de grupos econômicos de ambos os lados, mas suas consequências foram desastrosas para Portugal: contribuiu para a estagnação da produção manufatureira portuguesa e levou à canalização de parte do ouro do Brasil para a Inglaterra.

Concorrência do açúcar antilhano

Mergulhado na crise econômica, o governo português procurou explorar ao máximo as riquezas do Brasil, com destaque para o açúcar. Mas um fato novo veio atrapalhar os planos portugueses.
Expulsos do Brasil, os holandeses levaram mudas de cana-de-açúcar para as Antilhas e passaram a produzir, eles próprios, o açúcar, acabando com o monopólio brasileiro de sua produção.
Essa concorrência antilhana provocou queda de 50% nos preços do açúcar brasileiro, nos mercados internacionais, entre 1650 e 1700. A empresa açucareira nordestina entrou, então, em declínio, passando por um período de readaptação, em busca de aprimoramentos técnicos tanto no sistema de produção como de mão de obra. Apesar dos esforços, foi somente no final do século XVIII que o açúcar brasileiro recuperou parte da importância que tivera antes no comércio mundial do produto.

Guerra dos Mascates (1710)

Devido à queda do preço do açúcar no mercado europeu, causada pela concorrência do açúcar antilhano, os ricos senhores de engenho de Olinda, principal cidade de Pernambuco na época, viram-se em dificuldades financeiras. Começaram então, a pedir empréstimos aos comerciantes do povoado do Recife, que cobravam juros bastante elevados.
Isso fez com que os senhores de engenho (em geral, luso-brasileiros) ficassem cada vez mais endividados, enquanto os comerciantes de Recife (em geral, portugueses) enriqueciam. Por isso, surgiram hostilidades entre eles.
Os comerciantes portugueses, inclusive os mais importantes atacadistas, eram conhecidos como mascates, expressão de cunho pejorativo, aplicada pela aristocracia olindense.
Convencido de sua relevância social, esse grupo pediu ao rei de Portugal, D. João V, que seu povoado fosse elevado à categoria de vila. Queriam, dessa forma, ver Recife independente de Olinda e, assim, não ter de pagar impostos ou submeter-se às suas ordens. D. João V atendeu ao pedido dos comerciantes.
Não aceitando a decisão do rei, os senhores de engenho organizaram uma rebelião. Liderados pelo proprietário de engenho Bernardo Vieira de Melo, invadiram Recife. Sem condições de resistir, os comerciantes mais ricos fugiram para não ser capturados. Esse confronto ficou conhecido como Guerra dos Mascates.
Em 1711, o governo português interveio na região, reprimindo duramente os revoltosos. Bernardo Vieira de Melo e outros líderes foram presos e condenados ao exílio. Os mascates reassumiram suas posições.

EXERCÍCIOS

1-     Quais foram as causas da crise econômica portuguesa ao final da União Ibérica? 
2-     Cite as soluções encontradas por Portugal para sair da crise.
3-     Que consequências essa crise trouxe para o Brasil?
4-     Por que o Tratado de Methuen (1703), assinado por Portugal e Inglaterra, acabou prejudicando a economia portuguesa? 
5-     Que relação se pode estabelecer entre a concorrência do açúcar antilhano e a Guerra dos Mascates?

Texto extraído do livro História Global – Brasil e Geral volume 2. Páginas 59-60.
COTRIM, Gilberto
História Global: Brasil e Geral : volume 2 / Gilberto Cotrim – 1. Ed.
São Paulo : Saraiva, 2010
Manuscrito na folha de almaço. Data de entrega: 24/09

sexta-feira, 5 de junho de 2015

TRABALHO - RENASCIMENTO CULTURAL - 2ºs ANOS - ZENAIDE LOPES

Renascimento Cultural

Assista as vídeo aulas sobre o Renascimento Cultural:






Compare pinturas medievais e pinturas renascentistas:




Essas 2 primeiras pinturas foram produzidas antes do Renascimento Cultural, importante observar a técnica e o tema das pinturas.
As pinturas a seguir, são do período renascentista.

Sandro Botticelli - Vênus e Marte
Rafael Sanzio - A Escola de Atenas

Sandro Botticelli - Primavera

Jan Van Eyck - A Virgem do Chanceler Rolin

Jan Van Eyck - Retrato de Margareta van Eyck


Jan Van Eyck - O Casal Arnolfini



Sandro Botticelli - O Nascimento de Vênus

Albrecht Durer - Auto Retrato


Michelangelo - Davi


Leonardo da Vinci - Mona Lisa (Gioconda)



O espírito do Renascimento

      Francesco Petrarca nasceu em 1304, na cidade de Arezzo, na península Itálica, e foi um dos principais precursores do Renascimento. Admirador da cultura greco-romana, alimentava críticas profundas ao pensamento religioso, predominante em sua época. Foi o primeiro a denominar a Idade Média um período de trevas, envolto pelos dogmas da Igreja Católica. A seguir, transcrevemos o fragmento de uma carta escrita por Petrarca.
      “Pedis-me... que vos empreste, se, como pensais, o comprei, o livro de Homero que estava à venda em Pádua, pois que, dizeis, eu tenho de há muito um outro exemplar, a fim de que o nosso amigo Leão o traduza do grego ao latim para vós e outros nossos compatriotas estudiosos. Vi esse livro, mas não o comprei porque me pareceu inferior ao meu. Poder-se-ia facilmente obtê-lo por intermédio da pessoa que me proporcionou a amizade de Leão... De fato, sempre fui apaixonado por essa tradução em particular e pela literatura grega em geral, e, se a sorte, invejando os meus primeiros passos, me não tivesse arrebatado, pela morte, o meu excelente mestre, talvez eu fosse hoje alguma coisa mais que um grego que ficou no alfabeto”.

Leonardo Da Vinci

"Já fiz planos de pontes muito leves (...). Conheço os meios de destruir seja que castelo for (...). Sei construir bombardas fáceis de deslocar, carros cobertos, inatacáveis e seguros, armados com canhões. Estou (...) em condições de competir com qualquer outro arquiteto, tanto para construir edifícios públicos ou privados como para conduzir água de um lugar para outro. E, em trabalhos de pintura ou na lavra do mármore, do metal ou da argila, farei obras que seguramente suportarão o confronto com as de qualquer outro, seja ele quem for."

[Leonardo da Vinci (retirado de Jean Delumeau, A CIVILIZAÇÃO DO RENASCIMENTO, Lisboa, Editorial Estampa, 1984, vol. 1, p. 154)]

O texto lido é parte da carta com que Leonardo da Vinci, em 1482, pedia emprego na corte de Ludovico, o Mouro. 

 Elogio da Loucura (Erasmo de Roterdã)

Uma das sátiras mais brilhantes da história da literatura foi escrito por Desidério Erasmo, humanista holandês, no curto espaço de sete dias, quando de uma visita a seu amigo Sir Thomas More, na Inglaterra. O próprio título latino da obra é um trocadilho com o nome de More (Moriae). Erasmo, O Voltaire do século XVI, dominou o ambiente intelectual de sua época; de toda sua volumosa obra, porém, apenas o Elogio da Loucura escapou à obscuridade e ao esquecimento. Um notável historiador americano, Preserved Smith, caracterizou o livro como um inteligente sermão, uma sátira honesta, uma brincadeira com um objetivo ético.

Erasmo já demonstra tom satírico ao explicar o motivo que o levou a
escrever o livro:

"Já que a raça humana insiste em ser completamente louca - já que todas as pessoas, do Papa ao mais humilde pároco da aldeia - do mais rico dos homens ao mais miserável dos mendigos - da honrada dama em suas sedas e cetins à mulher vulgar em seu vestido de chita - já que todos se decidiram firmemente a não usar o cérebro que Deus lhes deu, mas insistem em se deixar guiar inteiramente pela ambição, vaidade, ignorância, porque, em nome de uma divindade racional, deveriam as poucas pessoas realmente inteligentes perder seu tempo e esforço, tentando mudar o gênero humano, transformando-o em algo que ele jamais desejou ser? Deixemo-lo viver feliz em suas loucuras. Não o privemos daquilo que, lhe dá maior prazer - seu infinito poder de se tornar ridículo."

No Elogio da Loucura, Erasmo argumenta que são os desejos tolos e irracionais que fazem girar o mundo. O livro todo é escrito em forma de discurso ou declamação, posta em boca da Loucura, a uma audiência imaginária composta de homens de todas as classes e condições. Usando uma beca, mas com um barrete de bobo na cabeça, a Loucura sobe ao púlpito, seguida por seus ajudantes: o Amor-Próprio, o Esquecimento, a Preguiça, o Prazer, a Sensualidade, o Sono Profundo, a Intemperança e a Demência. A Loucura nos conta que é filha de Plutão e de uma encantadora criatura chamada Juventude, e fora criada por duas ninfas sedutoras: Embriaguez, filha de Baco, e Ignorância, filha de Pã. Na violenta sátira que se segue, Erasmo, falando através da loucura, ridiculariza praticamente todas as instituições, costumes, homens e crenças de seu tempo, inclusive o casamento, a guerra, o nacionalismo, os advogados, cientistas, acadêmicos, teólogos, soberanos e papas.

“Aconselho-te, meu filho, a que empregues a tua juventude em tirar bom proveito dos estudos e das virtudes. (...) quero que aprendas as línguas perfeitamente: primeiro a grega (...), em segundo lugar a latina, e depois a hebraica para as santas letras (...), e igualmente a caldaica e arábica (...); que não exista história que não tenhas presente na memória (...). Das artes liberais (...) dei-te algum gosto, quando ainda eras pequeno, na idade de cinco a seis anos; continua o resto (...). Do direito civil quero que saibas de cor os belos textos e que (...) compares com filosofia.
Quanto ao conhecimento das coisas da natureza, quero que a isso te entregues curiosamente, que não haja mar, rio nem fonte que tu não conheças os peixes; todas as aves do ar, todas as árvores e arbustos frutíferos das florestas, todas as ervas da terra, todos os metais escondidos no ventre dos abismos, as pedrarias de todo o Oriente (...), que nada disso te seja desconhecido.
Depois, cuidadosamente, revisita os livros dos médicos gregos, árabes e latinos, sem desprezar os talmudistas e cabalistas, e por frequentes anatomias (...) adquire perfeito conhecimento do (...) homem.”
 (RABELAIS,  François. Gargantua e Pantagruel. 1532.)  


EXERCÍCIOS

Nos trechos, estão alguns dos elementos principais que caracterizam o Renascimento como movimento cultural.
 
a) Identifique três desses elementos.
b) Como se dava o patrocínio dos artistas e técnicos do Renascimento?
c) Considerando as aulas, as imagens e os textos acima, disserte sobre as principais características do Renascimento Cultural nos campos da literatura, ciência e pinturas; analisando as mudanças na mentalidade medieval, da “Cristandade do medo” à mentalidade antropocêntrica. (mínimo de 10 linhas).

Entregar dia 16/06 (terça-feira) sem falta. Manuscrito na folha de almaço. Individual

TRABALHO - MERCANTILISMO - 7 ª SÉRIES A e B - ZENAIDE LOPES

Mercantilismo e Sistema Colonial

Ao consolidar a centralização política, os governos dos Estados nacionais da Europa Ocidental desenvolveram um conjunto de práticas econômicas conhecido como mercantilismo. Boa parte dessas práticas se referia às formas de acumulação de riquezas e de produção e circulação de mercadorias, envolvendo a intervenção do Estado.
Para o desenvolvimento das práticas mercantilistas, foram essenciais a expansão comercial e a dominação de colônias, pois representavam novos mercados e novas regiões produtoras de matérias-primas e compradoras de manufaturados. Que relações se estabeleceram entre os envolvidos nesse processo? Todos se beneficiaram igualmente?

Mercantilismo: A política econômica do Estado moderno

Os governos dos Estados modernos desenvolveram uma série de ações econômicas que receberam a denominação genérica de mercantilismo.
Assim, o termo mercantilismo é aplicado às ideias e práticas econômicas que vigoraram na Europa de meados do século XV a meados do século XVIII. Essas práticas variavam de país para país, mas tinham em comum o objetivo de fortalecer o Estado e a burguesia na fase de transição do feudalismo para o capitalismo – período das acumulações primitivas de capital nos Estados modernos.

Práticas mercantilistas

Algumas ideias e práticas – o metalismo, a balança comercial favorável, o protecionismo e a intervenção estatal – caracterizavam o mercantilismo, sempre com a intenção de fortalecer o papel do Estado na economia e aumentar suas chances de competir com outros países.

Metalismo

A riqueza de um Estado era mensurada pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata) que ele possuía dentro de suas fronteiras. Aumentar a quantidade de metais preciosos era, portanto, um dos objetivos fundamentais do mercantilismo.

Balança comercial favorável

Um dos meios utilizados pelo Estado para acumular metais era procurar manter uma balança comercial favorável. As exportações deveriam superar as importações, promovendo o enriquecimento do Estado.

Protecionismo

Para que a balança comercial fosse favorável, o Estado deveria incentivar a produção de artigos (principalmente manufaturados) que pudessem concorrer vantajosamente no exterior, evitar a saída de matérias-primas e dificultar a importação de produtos concorrentes, protegendo, assim, seu mercado interno e o de suas colônias.

Intervenção estatal

O intervencionismo do Estado era significativo nesse período. Verificava-se essa intervenção na fixação de tarifas alfandegarias, no estímulo às empresas manufatureiras e ao industrialismo, no controle sobre preços e sobre a quantidade de mercadorias comercializadas, entre outras medidas.

Sistema colonial: Conquistadores definem o esquema de exploração

As políticas mercantilistas estiveram vinculadas à exploração colonial, que marcou a conquista e a colonização de toda a América Latina, além de regiões da Ásia e da África.
O sistema colonial desenvolveu-se como um desdobramento da política econômica do mercantilismo, que buscava o enriquecimento do Estado por meio das atividades comerciais. Com a exploração colonial, algumas nações europeias conseguiram realizar esse objetivo.
Seguindo os princípios mercantilistas, diversos Estados europeus, como vimos, passaram a acumular metais preciosos e a proteger seus produtos para obter uma balança de comércio favorável. Como decorrência, houve um choque de interesses econômicos entre os países mercantilistas, que passaram a disputar entre si mercados para vender seus produtos.
Esses Estados perceberam que a solução ideal seria cada um dominar áreas determinadas – as colônias – onde pudessem obter vantagens econômicas exclusivas. Nelas, poderiam controlar o comércio, impondo preços e produtos, e alcançar o máximo de lucros possível.
O sistema colonial mercantilista consistia na relação entre metrópole e colônia, na qual:
·         Metrópole era o país dominador da colônia;
·         Colônia de exploração era a região dominada pela metrópole;
·         Pacto colonial era o domínio político-econômico da metrópole sobre a colônia;
·         A regra básica do pacto colonial era a restrição da produção da colônia estritamente ao que a metrópole não tinha condições de produzir. Ou seja, a colônia não podia concorrer com a metrópole. Sua função era servir ao enriquecimento da metrópole.

Características básicas

O colonialismo, como sistema de dominação, instituiu a produção complementar e o monopólio comercial na relação entre colônia e metrópole.
A economia da colônia era organizada em função da metrópole: a colônia deveria complementar a produção ou satisfazer os interesses da metrópole, sem desenvolver uma produção voltada para seus interesses internos. Assim, o sistema colonial mercantilista transformava a colônia num território exclusivo da metrópole, destinado à exploração.
O monopólio comercial foi o instrumento essencial para que a metrópole controlasse a vida econômica da colônia. Com o direito exclusivo de realizar comércio com a terra colonizada, a metrópole comprava os produtos da colônia pelo mais baixo preço e lhe vendia mercadorias pelo mais alto preço.

Colônias de exploração e de povoamento

A colonização da América, iniciada no século XVI, não foi igual em todas as partes do continente.
Nas regiões de clima quente, as metrópoles europeias estabeleceram um rígido sistema de exploração colonial. Podiam obter das colônias produtos tropicais (cana-de-açúcar, algodão, tabaco) para vende-los a preços elevados na Europa, onde eram escassos, garantindo grandes lucros.
As regiões de clima semelhante ao europeu não despertaram o mesmo interesse dos Estados mercantilistas, pois não ofereciam retorno comercial imediato. Nessas áreas, desenvolveu-se um tipo de colonização mais voltado ao povoamento.
Assim, na colonização do continente americano, estabeleceram-se dois tipos básicos de colônias:
·         De exploração – tipicamente enquadradas na estrutura do sistema colonial mercantilista. Exemplo: Brasil e várias regiões da América Latina, colonizadas por Espanha e Portugal;
·         De povoamento – não se enquadravam no sistema colonial mercantilista. Exemplo: norte e centro dos Estados Unidos, colonizados por imigrantes ingleses.

Texto retirado de: Cotrim, Gilberto. História Global – Brasil e Geral – Volume Único – 8. Ed. São Paulo : Saraiva, 2005.  Pags. 186,187,188.




EXERCÍCIOS

1.      De que forma o sistema colonial permitia o enriquecimento das metrópoles?
2.      Aponte as diferenças entre as colônias de povoamento e as de exploração.
3.      O que é o mercantilismo?
4.      O que é a prática metalista?
5.      O que é a balança comercial favorável?
6.      Como os Estados mercantilistas praticavam o protecionismo?
7.      O que é intervenção estatal?
8.      Como era a relação entre metrópole e colônia no sistema colonial mercantilista?
9.      O que é monopólio comercial?
10.  Devido ao choque de interesses, qual medida foi adotada pelos Estados mercantilistas europeus?

Para 17/06 em almaço (manuscrito) ou no papel A4 (digitado). Somente as perguntas e respostas.

domingo, 12 de abril de 2015

REVISÃO DAS PROVAS - VíDEOS - E. E. ZENAIDE LOPES

Crise do Império Romano


Reino dos Francos (Império Carolíngio)



Império Bizantino

Cruzadas




Renascimento Comercial e Urbano


Renascimento Cultural


Centralização Monárquica - Formação dos Estados Nacionais



Crise do Século XIV


Peste Negra


Expansão marítima


Mercantilismo e Absolutismo


Iluminismo


Independência dos Estados Unidos da América



Revolução Francesa


Era Napoleônica e Congresso de Viena


Revolução Industrial


Imperialismo


Segunda Revolução Industrial e Imperialismo


Neocolonialismo

segunda-feira, 30 de março de 2015

TRABALHO - PESTE NEGRA - 7ªs Séries A e B - E. E. ZENAIDE LOPES

Assista o Documentário sobre a Peste Negra:


Atividade



Em Avignon, na França, vivia Guy de Chauliac, o mais famoso cirurgião dessa época, médico do Papa Clemente VI. Chauliac sobreviveu à peste e deixou o seguinte relato:

"A grande mortandade teve início em Avignon em janeiro de 1348. A epidemia se apresentou de duas maneiras. Nos primeiros dois meses manifestava-se com febre e expectoração sanguinolenta e os doentes morriam em 3 dias; decorrido esse tempo manifestou-se com febre contínua e inchação nas axilas e nas virilhas e os doentes morriam em 5 dias. Era tão contagiosa que se propagava rapidamente de uma pessoa a outra; o pai não ia ver seu filho nem o filho a seu pai; a caridade desaparecera por completo". E continua: "Não se sabia qual a causa desta grande mortandade. Em alguns lugares pensava-se que os judeus haviam envenenado o mundo e por isso os mataram".

Outro relato sobre a Peste Negra:

"Em breve os homens se odiavam tanto que se um filho fosse atacado pela doença seu pai não cuidaria dele. Se, apesar de tudo, ele ousasse se aproximar também se contaminaria e estaria marcado para morrer em três dias. E isso não era tudo, todos aqueles habitando a mesma casa que ele o seguiriam à morte. Conforme o número de mortes crescia em Messina muitos desejavam confessar seus pecados aos padres e expressar seus últimos desejos colocando-os em seus testamentos. Mas eclesiásticos, advogados se recusavam a entrar nas casas dos doentes. Mas se algum deles colocasse um pé dentro da casa do doente ele era imediatamente abandonado para a morte súbita. Freiras, Dominicanos e membros de outras ordens que ouviam as confissões dos moribundos eram logo subjugados pela morte tão rapidamente que alguns nem chegavam a abandonar o quarto do doente. Logo os corpos estavam largados pelas casas. Nenhum eclesiástico, nenhum filho, nenhum pai e nenhum parente ousava entrar, mas pagavam serventes altas taxas para enterrar os mortos. Mas as casas dos mortos permaneciam abertas, com todos os seus pertences, joias e ouro e todo aquele que decidisse entrar para reclamá-las o fazia sem encontrar obstáculos, pois a praga atacava com tanta veemência que em pouco tempo havia uma falta de serventes e finalmente não havia nenhum”.

Elabore um texto analisando o contexto histórico, as condições de saneamento básico e os aspectos sociais e culturais da Europa do século XIV. Seu texto deve conter informações sobre os flagelantes. Mínimo de 15 linhas. Manuscrito na folha de almaço. Data de entrega: 08/04. Individual.

Vocabulário

Subjugados Que foi dominado; que sofreu algum tipo de subjugação;
Que foi obrigado a fazer (alguma coisa); dominado.
Que foi alvo de conquista; conquistado.

Que foi morto.

Mortandade Grande massacre de pessoas e/ou animais; matança.
Número expressivo de mortes: mortandade de espécies raras.
Quantidade de pessoas que morrem numa determinada época; mortalidade.

Expectoração Ação ou efeito de expectorar.
Eliminação, através da tosse, das secreções produzidas nos brônquios ou nos pulmões.
Aquilo que é eliminado; escarro.

Sanguinolenta Que apresenta ou contém excesso de sangue; sangrento.
Que se tingiu de sangue; que está misturado com sangue.
Que sente contentamento ao ver derramamento de sangue; sanguinário.