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sexta-feira, 7 de maio de 2021

PRIMEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - 8ºs anos A, B e C - CALVITTI - ATIVIDADE 3 - 2º BIMESTRE

Olá caros alunos e alunas.

Nesta atividade, vocês irão conhecer as características políticas, econômicas, sociais e culturais da Primeira Revolução Industrial.

Assista a vídeo-aula do canal Parabólica sobre o Primeira Revolução Industrial e responda os exercícios.


EXERCÍCIOS

1. Por que a Inglaterra foi pioneira no processo de Revolução Industrial? Cite os motivos do pioneirismo inglês na industrialização.

2. Como eram as condições de trabalho nas fábricas durante a Primeira Revolução Industrial? Como era a carga horária de trabalho e as condições de higiene das fábricas?

3. Como eram as condições de trabalho das mulheres e crianças durante a Primeira Revolução Industrial? 

4. Quais são as características da burguesia industrial?

5. Quais são as características do proletariado (operariado)?


Enviar para o  e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br até dia 14/05



quarta-feira, 28 de abril de 2021

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO - 8ºs A, B e C - CALVITTI

Olá caros alunos e alunas.

Neste primeiro bimestre, a recuperação será a realização das atividades de História já postadas.

Portanto, os alunos que não entregaram as duas atividades solicitadas, precisam realizá-las e enviá-las para o meu e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br

Para o aluno que fez apenas uma atividade, poderá realizar a atividade pendente.

Entregar até o dia 30/04.

Segue o link das duas atividades que vocês também encontram no blog do Calvitti, no meu blog nas tags do 8º ano e no Google Classroom.

http://historiaalternar.blogspot.com/2021/04/mercantilismo-e-absolutismo-monarquico.html

http://historiaalternar.blogspot.com/2021/03/as-revolucoes-inglesas-do-seculo-xvii.html

Obrigado.


quinta-feira, 15 de abril de 2021

MERCANTILISMO E ABSOLUTISMO MONÁRQUICO - 8ºs anos A, B e C - CALVITTI - ATIVIDADE 2 - 1º BIMESTRE

Olá caros alunos e alunas!

Para quem ainda não está no Google Classroom, segue o código da turma:

8º ano A: g7xxcpj

8º ano B: dtiw3n4

8º ano C: fkyw4e2

Mercantilismo e Sistema Colonial

Ao consolidar a centralização política, os governos dos Estados nacionais da Europa Ocidental desenvolveram um conjunto de práticas econômicas conhecido como mercantilismo. Boa parte dessas práticas se referia às formas de acumulação de riquezas e de produção e circulação de mercadorias, envolvendo a intervenção do Estado.

Para o desenvolvimento das práticas mercantilistas, foram essenciais a expansão comercial e a dominação de colônias, pois representavam novos mercados e novas regiões produtoras de matérias-primas e compradoras de manufaturados. Que relações se estabeleceram entre os envolvidos nesse processo? Todos se beneficiaram igualmente?

Mercantilismo: A política econômica do Estado moderno

Os governos dos Estados modernos desenvolveram uma série de ações econômicas que receberam a denominação genérica de mercantilismo.

Assim, o termo mercantilismo é aplicado às ideias e práticas econômicas que vigoraram na Europa de meados do século XV a meados do século XVIII. Essas práticas variavam de país para país, mas tinham em comum o objetivo de fortalecer o Estado e a burguesia na fase de transição do feudalismo para o capitalismo – período das acumulações primitivas de capital nos Estados modernos.

Práticas mercantilistas

Algumas ideias e práticas – o metalismo, a balança comercial favorável, o protecionismo e a intervenção estatal – caracterizavam o mercantilismo, sempre com a intenção de fortalecer o papel do Estado na economia e aumentar suas chances de competir com outros países.

Metalismo

A riqueza de um Estado era mensurada pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata) que ele possuía dentro de suas fronteiras. Aumentar a quantidade de metais preciosos era, portanto, um dos objetivos fundamentais do mercantilismo.

Balança comercial favorável

Um dos meios utilizados pelo Estado para acumular metais era procurar manter uma balança comercial favorável. As exportações deveriam superar as importações, promovendo o enriquecimento do Estado.

Protecionismo

Para que a balança comercial fosse favorável, o Estado deveria incentivar a produção de artigos (principalmente manufaturados) que pudessem concorrer vantajosamente no exterior, evitar a saída de matérias-primas e dificultar a importação de produtos concorrentes, protegendo, assim, seu mercado interno e o de suas colônias.

Intervenção estatal

O intervencionismo do Estado era significativo nesse período. Verificava-se essa intervenção na fixação de tarifas alfandegarias, no estímulo às empresas manufatureiras e ao industrialismo, no controle sobre preços e sobre a quantidade de mercadorias comercializadas, entre outras medidas.

Sistema colonial: Conquistadores definem o esquema de exploração

As políticas mercantilistas estiveram vinculadas à exploração colonial, que marcou a conquista e a colonização de toda a América Latina, além de regiões da Ásia e da África.

O sistema colonial desenvolveu-se como um desdobramento da política econômica do mercantilismo, que buscava o enriquecimento do Estado por meio das atividades comerciais. Com a exploração colonial, algumas nações europeias conseguiram realizar esse objetivo.

Seguindo os princípios mercantilistas, diversos Estados europeus, como vimos, passaram a acumular metais preciosos e a proteger seus produtos para obter uma balança de comércio favorável. Como decorrência, houve um choque de interesses econômicos entre os países mercantilistas, que passaram a disputar entre si mercados para vender seus produtos.

Esses Estados perceberam que a solução ideal seria cada um dominar áreas determinadas – as colônias – onde pudessem obter vantagens econômicas exclusivas. Nelas, poderiam controlar o comércio, impondo preços e produtos, e alcançar o máximo de lucros possível.

O sistema colonial mercantilista consistia na relação entre metrópole e colônia, na qual:

·         Metrópole era o país dominador da colônia;

·         Colônia de exploração era a região dominada pela metrópole;

·         Pacto colonial era o domínio político-econômico da metrópole sobre a colônia;

·         A regra básica do pacto colonial era a restrição da produção da colônia estritamente ao que a metrópole não tinha condições de produzir. Ou seja, a colônia não podia concorrer com a metrópole. Sua função era servir ao enriquecimento da metrópole.

Características básicas

O colonialismo, como sistema de dominação, instituiu a produção complementar e o monopólio comercial na relação entre colônia e metrópole.

A economia da colônia era organizada em função da metrópole: a colônia deveria complementar a produção ou satisfazer os interesses da metrópole, sem desenvolver uma produção voltada para seus interesses internos. Assim, o sistema colonial mercantilista transformava a colônia num território exclusivo da metrópole, destinado à exploração.

O monopólio comercial foi o instrumento essencial para que a metrópole controlasse a vida econômica da colônia. Com o direito exclusivo de realizar comércio com a terra colonizada, a metrópole comprava os produtos da colônia pelo mais baixo preço e lhe vendia mercadorias pelo mais alto preço.

Colônias de exploração e de povoamento

A colonização da América, iniciada no século XVI, não foi igual em todas as partes do continente.

Nas regiões de clima quente, as metrópoles europeias estabeleceram um rígido sistema de exploração colonial. Podiam obter das colônias produtos tropicais (cana-de-açúcar, algodão, tabaco) para vende-los a preços elevados na Europa, onde eram escassos, garantindo grandes lucros.

As regiões de clima semelhante ao europeu não despertaram o mesmo interesse dos Estados mercantilistas, pois não ofereciam retorno comercial imediato. Nessas áreas, desenvolveu-se um tipo de colonização mais voltado ao povoamento.

Assim, na colonização do continente americano, estabeleceram-se dois tipos básicos de colônias:

·         De exploração – tipicamente enquadradas na estrutura do sistema colonial mercantilista. Exemplo: Brasil e várias regiões da América Latina, colonizadas por Espanha e Portugal;

·         De povoamento – não se enquadravam no sistema colonial mercantilista. Exemplo: norte e centro dos Estados Unidos, colonizados por imigrantes ingleses.



Texto retirado de: Cotrim, Gilberto. História Global – Brasil e Geral – Volume Único – 8. Ed. São Paulo : Saraiva, 2005.  Pags. 186,187,188.

EXERCÍCIOS

     1.    De que forma o sistema colonial permitia o enriquecimento das metrópoles?

     2.    Aponte as diferenças entre as colônias de povoamento e as de exploração.

     3.    O que é o mercantilismo?

     4.    O que é a prática metalista?

     5.    O que é a balança comercial favorável?

     6.    Como os Estados mercantilistas praticavam o protecionismo?

     7.    O que é intervenção estatal?

     8.    Como era a relação entre metrópole e colônia no sistema colonial mercantilista?

     9. O que é monopólio comercial?

    10.  Devido ao choque de interesses, qual medida foi adotada pelos Estados mercantilistas europeus?

     Enviar para o  e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br até dia 23/04


sexta-feira, 12 de março de 2021

AS REVOLUÇÕES INGLESAS DO SÉCULO XVII - 8ºs anos A, B e C - CALVITTI

Olá caros alunos e alunas!

Para quem ainda não está no Google Classroom, segue o código da turma:

8º ano A: g7xxcpj

8º ano B: dtiw3n4

8º ano C: fkyw4e2

Nesta primeira atividade no blog, iremos abordar as mudanças políticas, econômicas, sociais e culturais que possibilitaram as transformações e inovações tecnológicas na produção artesanal que possibilitaram a Primeira Revolução Industrial na Inglaterra, durante as primeiras décadas do século XVIII (século este que se inicia em 1701 e acaba em 1800).

Para compreender a Primeira Revolução Industrial, devemos analisar as decisões tomadas pelas monarquias inglesas que estiveram no poder entre os séculos XVI, XVII e XVIII.

Também devemos nos atentar nas mudanças socioeconômicas provocadas na Inglaterra durante esse período, que geraram um aumento da população urbana inglesa, concentração de terras e de renda nas mãos de poucas pessoas, transformação da produção artesanal para o desenvolvimento fabril, impactos ambientais, enfraquecimento do campesinato inglês, entre outros fatores. 

Vídeo-aula sobre as Revoluções Inglesas do século XVII e como o Absolutismo monárquico marcou a Inglaterra.


Os objetivos para esse início são:

* Identificar as particularidades político-sociais da Inglaterra do século XVII e analisar os desdobramentos posteriores à Revolução Gloriosa.

Caso vocês tiverem dificuldades de compreender o surgimento da Dinastia Tudor, é importante revisar a Guerra das Duas Rosas (1455-1485) e a  Reforma Protestante na Inglaterra, onde o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e fundou a Igreja Anglicana (Igreja da Inglaterra).



Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Parabólica.


Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Nerdologia.

Assista as vídeo-aulas e responda os exercícios:

1. Como se caracterizou os governos de Jaime I e Carlos I? Aponte aspectos políticos, econômicos, culturais e sociais desse período.

2. Como e por que ocorreu a Guerra Civil Inglesa? Aponte os fatores políticos, econômicos, religiosos e sociais para a eclosão (início) desse conflito.

3. O que foram os Atos de Navegação, de Oliver Cromwell?

4. Após a Restauração dos Stuart, ocorreu a Revolução Gloriosa? O que foi e por que ela recebe esse nome?

5. Quais são as características da Declaração de Direitos (Bill of Rights)?

Enviar para o  e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br até dia 05/04