sábado, 13 de junho de 2020

SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - ROTEIRO DE ESTUDOS - PARTE 1


ROTEIRO DE ESTUDOS  – Segunda Guerra Mundial

Este é um resumo sobre a Segunda Guerra Mundial, então vamos criar um método de estudos, dividindo a guerra em 3 etapas, em 3 fronts (frentes de batalha) principais e falando a respeito dos não-combatentes, onde incluímos a população civil.

Esta é a primeira parte, em breve postarei a segunda.

Para compreender esse contexto histórico do maior conflito bélico da humanidade, precisamos realizar uma análise diacrônica, ou seja, analisar aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais, neste caso, cronologicamente e relacioná-los com o contexto histórico do final da Primeira Guerra Mundial e das décadas de 1920 e 1930. 

Sobre as décadas de 1920 e 1930, vale lembrar que:

Ø  Da tentativa dos países da Tríplice Entente que, após uma vitória dolorosa na Primeira Guerra Mundial, enviaram seus soldados para lutarem ao lado do Exército Branco na Guerra Civil na Rússia, após essa passar por uma revolução socialista. Após 4 anos de conflito que resultaram em 10 milhões de mortes, as democracias liberais capitalistas fracassaram na tentativa de frear o socialismo na Rússia. O Exército Vermelho, vitorioso, consolidou a revolução bolchevique.


Ø  A década de 1920 marca também a crise das democracias liberais, que tiveram uma sobrevida durante a primeira metade da década, com empréstimos e investimentos americanos, se reestruturando e reconstruindo seus parques industriais devastados pela Primeira Guerra Mundial.

Ø  Os Estados Unidos se tornaram a maior potência mundial, sendo responsáveis por cerca de 50% das exportações mundiais, criando mercados consumidores dependentes de suas exportações e importações.

Ø  A crise de 1929 devastou os Estados Unidos, levando bancos, indústrias e fazendeiros à falência e causando o desemprego em massa. Essa crise assolou o mundo capitalista e atingiu devedores e fornecedores de matéria-prima.

Ø  O colapso das democracias liberais promoveu a ascensão de modelos econômicos distintos: por um lado a esquerda europeia ganhou força com comunistas, socialistas, anarquistas e socialdemocratas (reformistas) e por outro lado, latifundiários, industriais, banqueiros e demais setores conservadores e reacionários financiaram a atuação de grupos fascistas.

Ø  O liberalismo keynesianista, com intervenções estatais, foi responsável por tirar os Estados Unidos da crise de superprodução e subconsumo que atingiu o país entre o final da década de 1920 e início de 1930.

Ø  A República de Weimar embora nunca tenha sido uma unanimidade na Alemanha, teve uma relativa tranquilidade na década de 1920, antes da crise de 1929, o que explica o fracasso da tentativa de golpe (Putsch da Cervejaria) do recém-criado Partido Nazista em 1925.

Ø  O nazi-fascismo, anticomunista, antiliberal, antidemocrático, militarista e nacionalista, representou uma alternativa ao avanço do socialismo da União Soviética, que se expandia no Leste Europeu em direção ao Oeste Europeu. Dentro da política do apaziguamento, os ministros Chamberlain e Daladier (Inglaterra e França, respectivamente) esperavam que o nazi-fascismo fosse capaz de eliminar a ameaça socialista. Hitler e Mussolini se aproveitaram dessa expectativa para iniciarem uma corrida bélica e uma expansão territorial.

Ø  Na Espanha, a Falange liderada por Francisco Franco iniciou uma guerra civil em 1936 contra a ampla coligação republicana (composta por comunistas, socialistas, anarquistas e socialdemocratas). Após 3 anos de conflitos, a República caiu e a Espanha se tornou um país fascista. Franco teve apoio bélico e militar de Mussolini e Hitler, enquanto as tropas republicanas receberam apoio bélico da União Soviética e da legião de voluntários (Brigadas Internacionais).



Ø  Mussolini invadiu a Etiópia em 1935 após incidentes que não foram resolvidos pela Liga das Nações. A Itália expandia suas colônias na África Ocidental.

Ø  Hitler reocupou a Renânia em 1936 e anexou a Áustria através de uma invasão seguida de um plebiscito (Anschluss) em 1938. Hitler também anexou a região dos Sudetos na Tchecoslováquia pela Conferência de Munique em 1938 e mais tarde invadiu o restante da Tchecoslováquia dominando a capital Praga.



Ø  Outro membro do Pacto Tripartite (Pacto Roma-Berlim-Tóquio) e que havia, desde 1936 firmado o Pacto Anticominterm com a Alemanha para tomar medidas contra o avanço da Internacional Socialista, O Império do Japão invadiu a China e estabeleceu um Estado fantoche na Manchúria em 1931. Até o final da década de 1930, o Japão controlava a Manchúria, a Coréia, uma parte da Mongólia e em breve anexaria a região da Malásia, Indonésia e Filipinas.
                                                                                                                

Dennys Stefanini

quinta-feira, 11 de junho de 2020

FEUDALISMO - 7º C - CALVITTI - REPOSTANDO ATIVIDADE E INCLUINDO QUESTÕES

Olá, caros alunos do 7º ano C.
Continuando nossas atividades pelo blog, estou repostando essa atividade sobre o Feudalismo e incluindo mais 5 questões.

Primeiro, abordaremos os assuntos relacionados ao 1º bimestre:

O Feudalismo
Relações sociais, econômicas, políticas e religiosas
As Cruzadas e os contatos entre as sociedades europeias e orientais
Renascimento Comercial e Urbano
Renascimento Cultural e Científico


Vou postar aqui os códigos para as turmas no Google Classroom:

7º C: lxp534  (é uma letra L, não é o número 1)

Segue algumas das habilidades para serem traçadas nesse momento:

• Identificar as principais características do sistema de trabalho na Idade Média europeia.
• Classificar cronologicamente os principais períodos que dividem a história das sociedades
ocidentais.
• Reconhecer a importância das fontes iconográficas para a construção do conhecimento
histórico.
• Reconhecer os principais elementos conformadores das relações sociais no cotidiano.
• Identificar processos históricos relativos às atividades econômicas, responsáveis pela
formação e ocupação territorial.
• Estabelecer relações entre os principais elementos que caracterizam o processo de
formação das instituições políticas e sociais ao longo da história, aplicando conceitos de
permanência e ruptura.

Depois, utilizaremos o livro de História que foi distribuído para todos os alunos e nele seguiremos uma linha, respeitando o Currículo Paulista.

Abordamos Teoria da História no início do ano letivo e agora iniciaremos a transição da Idade Antiga para a Idade Média.

Podemos nos comunicar nos comentários, aceito sugestões de vocês, sempre se identifiquem nos comentários (mesmo com perfil anônimo, diga seu nome e série).

Para começar, tenho uma vídeo-aula, onde abordo o Feudalismo utilizando um slide.



Essa vídeo-aula é bem extensa, porém abordo diversos elementos do Feudalismo, fiz de forma simples, no Loom, explicando um slide e utilizando um microfone amador, portanto, não há edição no vídeo.


Vídeo-aula sobre Feudalismo do Canal Projeto X.



Vídeo-aula sobre os laços de Suserania e Vassalagem do canal Projeto X.


Vídeo-aula sobre as Obrigações Feudais do canal Projeto X.


EXERCÍCIOS


1- Quais e como eram os impostos pagos pelos servos?
2- Por que os servos eram obrigados a pagar esses impostos?
3- Você acha justo a cobrança dos impostos na sociedade feudal? Essas cobranças se caracterizam em uma exploração econômica resultando desigualdade? Redija um texto de no mínimo 3 linhas para justificar sua resposta.
4- Quais eram os papéis da Igreja na sociedade feudal?
5- Quais elementos romanos e germânicos deram origem aos laços de suserania e vassalagem?
6- Por que a produção agrícola era de subsistência e autossuficiente? Justifique.
7- Quem eram os vilões? Explique suas características.
8- Cite as inovações técnicas na agricultura que proporcionaram aumento da produtividade. 
9- Quais são as diferenças entre o clero secular e o clero regular?
10- “A cidade de Deus, que é tomada como una, na realidade, é tripla: alguns rezam, outros lutam e outros trabalham.” 
(Europa, 998 d.C. Apud PINSKY, Jaime.  Modo de produção feudal.  São Paulo: Global, 1982.)
Explique essa afirmação.


Enviar as respostas para o e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br 

quarta-feira, 10 de junho de 2020

REVOLUÇÕES INGLESAS - REVOLUÇÃO PURITANA E REVOLUÇÃO GLORIOSA - 8ºs A, B, C e D - CALVITTI

Olá, caros alunos dos 8º anos.
Vamos dar continuidade nas atividades pelo blog e pelo Google Classroom.

Para quem ainda não está no Google Classroom, segue o código da turma:

8º A: 7rcngjg
8º B: vguttlq (letra L)
8º C: v247x3o
8º D: vnsilwu (Letra L)

Utilizaremos o livro de História que foi distribuído para todos os alunos e nele seguiremos uma linha, respeitando o Currículo Paulista.

Abordamos Teoria da História no início do ano letivo e agora iniciaremos a crise do Absolutismo Monárquico e do Antigo Regime, começando pelas Revoluções Inglesas do século XVII.

Podemos nos comunicar nos comentários, aceito sugestões de vocês, sempre se identifiquem nos comentários (mesmo com perfil anônimo, diga seu nome e série).

Explicando o capítulo até a página 17: vídeo-aula que gravei no Loom aqui.









Vídeo-aula sobre as Revoluções Inglesas do século XVII e como o Absolutismo monárquico marcou a Inglaterra.

O livro de História (Projeto Araribá) começa com as Revoluções Inglesas do século XVII, com a crise da Dinastia Stuart, a República Puritana de Oliver Cromwell e a Revolução Gloriosa que instaurou a Monarquia Parlamentarista Constitucional na Inglaterra.

Os objetivos para esse início são:

* Identificar as particularidades político-sociais da Inglaterra do século XVII e analisar os desdobramentos posteriores à Revolução Gloriosa.

Caso vocês tiverem dificuldades de compreender o surgimento da Dinastia Tudor, é importante revisar a Guerra das Duas Rosas (1455-1485) e a  Reforma Protestante na Inglaterra, onde o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e fundou a Igreja Anglicana (Igreja da Inglaterra).





Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Parabólica.



Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Nerdologia.



Vídeo sobre as Reformas Protestantes do canal Parabólica.

Na imagem de abertura do Capítulo 1 do livro, temos a primeira-ministra Thereza May cumprimentando a Rainha Elizabeth II no Palácio de Buckingham . Na ocasião, em 2016, a Inglaterra era governada pela primeira-ministra Thereza May. Hoje, Boris Johnson é o atual primeiro-ministro inglês.


Responda nos comentários os dois exercícios das páginas 17, 20 e responda também o que você sabe sobre a família real britânica, citando fatos e podendo até postar links sobre fatos recentes envolvendo a rainha e os príncipes.

Vocês também podem enviar as respostas para meu e-mail: dennys@prof.educacao.sp.gov.br

quarta-feira, 13 de maio de 2020

CRUZADAS - RESUMO


                                                                  CRUZADAS

Contexto: final do século XI: 1095
Embora dividida pelo Cisma do Oriente (1054), a Igreja Católica se manifesta em defesa de Constantinopla e reagindo à Expansão Islâmica.

Teocentrismo: crises econômicas, desigualdade, epidemias e catástrofes sofriam interpretação religiosa.

Islâmicos em Jerusalém: turcos seljúcidas perseguindo cristãos e destruição do Santo Sepulcro.

Válvula de Escape: Tensões sociais na Europa feudal. As Cruzadas se aproveitaram do intenso deslocamento populacional durante o século XI motivado pela falta de terras e dificuldades climáticas.

Papa Urbano II convoca os europeus a expulsarem os “infiéis” da “Terra Santa” durante o Concílio de Clermont-Ferrand em 1095.

MOTIVAÇÕES:

·         Para a Igreja: expansão religiosa e controle cultural.
·         Para os servos: perdão dos pecados, salvação.
·         Para os nobres: terras e riquezas.
·         Para os reis: prestígio e poder.
·         Para os mercadores: possibilidade de reabrir rotas comerciais e comércio com o Oriente.

Reconquista ou Cruzadas Ibéricas: expulsão dos mouros (muçulmanos) da Península Ibérica, processo concluído somente em 1492. Resultou na centralização monárquica de Portugal (1143) e Espanha (1492).
8 Cruzadas oficiais.

As 8 Cruzadas

Entre os séculos XI e XIII ocorreram 8 cruzadas, com a participação de senhores e reis de várias nações cristãs do continente europeu.

A Primeira Cruzada (1096-1099)

É também conhecida como “Cruzada dos Nobres”. Foi organizada durante o ano de 1096, com a partida dos nobres no outono daquele mesmo ano. Em abril de 1097, estavam em Constantinopla solicitando o apoio do imperador bizantino Aleixo Comneno.
Os nobres tinham o objetivo de alcançar Antioquia e, no caminho, tomaram a cidade de Nicéia, que estava sob domínio turco. Continuam a sua jornada e seguem o seu caminho rumo a Jerusalém.
Os cruzados conseguem escalar as muralhas de Jerusalém e invadem a Terra Santa, provocando um massacre. Após a vitória, estabeleceram quatro estados cristãos: o Condado de Edis, o Principado de Antioquia, o Condado de Trípoli e o Reino de Jerusalém.

A Segunda Cruzada (1147-1148)

Também conhecida como “Cruzada dos Reis”, foi pregada por Eugênio III e São Bernardo, contando com a participação do Rei Luis VII da França e Conrado III da Alemanha.
Esta cruzada não obteve êxito. O Rei Luis VII atravessou o território inimigo em pleno inverno, o que causou a morte de muitos homens devido ao frio e à fome.
Depois de outra tentativa falha, ao tentar sitiar Damasco e cometer mais erros estratégicos, os exércitos cruzados desistem e retornam para a Europa.

A Terceira Cruzada (1189-1192)

Com o apoio do papa Inocêncio III, os reis Filipe Augusto (França), Ricardo Coração de Leão (Inglaterra) e Frederico Barba-Roxa (Sacro-Império) resolveram partir para uma Nova Cruzada.
Barba-Roxa lutou e venceu os muçulmanos, mas, logo depois morreu afogado ao atravessar um rio a caminho de Jerusalém. Sem a sua liderança, o enorme exército rapidamente se desintegrou.
Após algumas batalhas, Jerusalém manteve-se sob o poder dos turcos.

A Quarta Cruzada (1202-1204)

Não alcançou os objetivos, pois chegou a Constantinopla, mas desistiu de seguir até Jerusalém. Após a invasão a Constantinopla, os cruzados e venezianos formaram o Império Latino de Constantinopla, alcançando o domínio do monopólio do comércio.

A Cruzada das Crianças

Em 1212 foi organizada uma expedição formada por crianças, pois acreditava-se que, por serem puras (sem pecados), elas seriam recompensadas por Deus.
Durante o percurso até a Palestina, algumas crianças afogaram-se numa tempestade e o restante foi vendida como escravas.

A Quinta Cruzada (1217-1221)

Cristãos de vários países europeus se reuniram em São João D’Arce para uma nova tentativa de reconquistar Jerusalém. Deixam o Egito sem alcançar o seu objetivo.

A Sexta Cruzada (1228-1229)

Liderada por Frederico II, nesta expedição os cruzados conseguiram negociar com os muçulmanos, que também estavam divididos e cansados das lutas. As negociações duraram todo o inverno e selou-se um acordo de paz, no qual os cristãos conseguiram as cidades de Jerusalém, Belém e Nazaré.

A Sétima Cruzada (1248-1250)

A conquista de Frederico foi breve (Jerusalém foi reconquistada pelos muçulmanos em 1234) e o Rei Luis IX (França) resolve organizar uma nova Cruzada.
Não houve êxito na empreitada, e Luís e todo seu exército foram cercados e feito prisioneiros. Os nobres pagaram pela sua liberdade, já os demais foram vendidos como escravos ou mortos em batalha.

A Oitava Cruzada (1270)

Durante os anos de 1265 e 1268, os egípcios mamelucos conquistaram vários territórios. O rei francês Luis IX retoma o espírito das Cruzadas, no entanto, agora o objetivo era a conversão do Emir de Tunis.
Nenhuma das cruzadas obteve o sucesso esperado e foram abandonadas.

Antissemitismo: pogroms contra os judeus levaram a suicídios coletivos.
Confronto com bizantinos.
Cruzada dos Mendigos ou Cruzada Popular (Pedro, o Eremita)
Cruzada das Crianças ou Cruzada dos Inocentes (carregada de controvérsias).
Domínio na Terra Santa durou menos de 100 anos (1099-1187).

CONSEQUÊNCIAS:

Fracasso militar
Choque cultural possibilitou o Renascimento Comercial e Urbano através da reabertura das rotas comerciais.




Vídeo-aula do canal Parabólica sobre as Cruzadas.

RENASCIMENTO COMERCIAL E URBANO - RESUMO


                                        O Fortalecimento do Comércio e das Cidades

A partir do século XI a Europa assiste ao renascimento do comércio, que apresenta duas rotas principais: ao norte, através dos mares Báltico e do Norte e ao sul, através do mar Mediterrâneo. As feiras de Champagne eram o ponto de encontro. O Renascimento Comercial e Urbano determina o surgimento de uma nova classe social: a burguesia. “O ar da cidade liberta”.

Séculos IX ao XI


Feudos: autossuficientes, sem procura por excedentes comercializáveis.

Invasões: muçulmanos, vikings e magiares. Essas invasões aconteceram na segunda metade do século IX em um momento de declínio do Império Carolíngio.

Estradas: péssimas, perigosas (assaltos) e pedágios. O transporte de mercadorias era extremamente caro.

Condições monetárias: escassez de dinheiro, diversidade de moedas, pesos e medidas.

Crescimento demográfico: diminuição da taxa de mortalidade, das epidemias e fim das invasões resulta maior mercado consumidor e mão-de-obra para produzir, gerando aumento da produção agrícola, com a derrubada de florestas e drenagem dos pântanos.

Inovações tecnológicas: enxada, foice e arado de ferro. Ferradura nos cascos, moinhos de água, pontes pênseis. Tração animal: atrelagem em fila, coleira no peitoral do animal. Fabricação de navios de cargas.

Resultado: produção de excedentes comercializáveis, deslocamento para outras atividades não vinculadas à terra. Artesanato e comércio se desenvolvem em centros urbanos, impulsionando o renascimento das cidades.

Renascimento Comercial: resultado das Cruzadas.
Rotas marítimas e fluviais.

Mediterrâneo: temperos, perfumes, medicamentos do Oriente.

Mar Báltico e Mar do Norte: peixe salgado, cerveja, cereais e tecidos.

Flandres: confecção de tecidos.

Ponto de confluência: Champagne – ligação entre as duas regiões.

Feiras periódicas: grande passo para um comércio permanente e estável, comercializando por atacado, de variadas regiões.

Feiras de Champagne: apoio, proteção dos senhores feudais e cobrança de impostos: taxa de entrada e saída, armazenamento, venda e armação de barraca.

Setor financeiro: banqueiros (cambistas) emprestavam e trocavam moedas.

Centralização Monárquica: resultado da aliança entre reis e burguesia que se uniram para enfraquecer a nobreza feudal, que enriquecia indiretamente através da cobrança de diversos impostos nas atividades comerciais (pedágio, barracas, vendas de produtos).

Com o êxodo rural, muitos servos abandonaram os feudos e se dirigiam às cidades, para desempenhar atividades comerciais e artesanais, diminuindo a produção agrícola nos feudos, enfraquecendo a nobreza feudal, envolvida em revoltas camponesas e desprotegida pela fragilidade dos laços de suserania e vassalagem. Os burgueses conquistavam a independência das cidades através de conflitos militares ou pela compra da carta de franquia.

Com a aliança, o rei realiza a unificação monetária (moedas, pesos e medidas), cria um exército assalariado e permanente e centraliza as terras e o poder (legislativo, judiciário e executivo) em suas mãos, apoiado pela burguesia.

Controle cultural: Nesse sentido, a Igreja começa a perder o controle cultural que exercia sobre a sociedade. Nas escolásticas, professores e alunos não se submetem ao controle dos bispos, dando origem às universidades. Reis não aceitam a submissão à Igreja e começam a indicar bispos em áreas de influência (cesaropapismo – Questão das Investiduras) levando ao Cisma do Ocidente (1309-1377). A sociedade começa a questionar o Teocentrismo e o comportamento do clero católico que se afastava cada vez mais do papel social da Igreja. As consequências desses questionamentos serão o Renascimento Cultural e a Reforma Protestante.

FEUDALISMO - 7ºC - CALVITTI

Olá, caros alunos do 7º ano C.
Vamos iniciar as atividades pelo blog.

Primeiro, abordaremos os assuntos relacionados ao 1º bimestre:

O Feudalismo
Relações sociais, econômicas, políticas e religiosas
As Cruzadas e os contatos entre as sociedades europeias e orientais
Renascimento Comercial e Urbano
Renascimento Cultural e Científico

Segue algumas das habilidades para serem traçadas nesse momento:

• Identificar as principais características do sistema de trabalho na Idade Média europeia.
• Classificar cronologicamente os principais períodos que dividem a história das sociedades
ocidentais.
• Reconhecer a importância das fontes iconográficas para a construção do conhecimento
histórico.
• Reconhecer os principais elementos conformadores das relações sociais no cotidiano.
• Identificar processos históricos relativos às atividades econômicas, responsáveis pela
formação e ocupação territorial.
• Estabelecer relações entre os principais elementos que caracterizam o processo de
formação das instituições políticas e sociais ao longo da história, aplicando conceitos de
permanência e ruptura.

Depois, utilizaremos o livro de História que foi distribuído para todos os alunos e nele seguiremos uma linha, respeitando o Currículo Paulista.

Abordamos Teoria da História no início do ano letivo e agora iniciaremos a transição da Idade Antiga para a Idade Média.

Podemos nos comunicar nos comentários, aceito sugestões de vocês, sempre se identifiquem nos comentários (mesmo com perfil anônimo, diga seu nome e série).

Para começar, tenho uma vídeo-aula, onde abordo o Feudalismo utilizando um slide.




Essa vídeo-aula é bem extensa, porém abordo diversos elementos do Feudalismo, fiz de forma simples, no Loom, explicando um slide e utilizando um microfone amador, portanto, não há edição no vídeo.





Vídeo-aula sobre Feudalismo do Canal Projeto X.




Vídeo-aula sobre os laços de Suserania e Vassalagem do canal Projeto X.



Vídeo-aula sobre as Obrigações Feudais do canal Projeto X.


EXERCÍCIOS

1- Quais e como eram os impostos pagos pelos servos?
2- Por que os servos eram obrigados a pagar esses impostos?
3- Você acha justo a cobrança dos impostos na sociedade feudal? Essas cobranças se caracterizam em uma exploração econômica resultando desigualdade? Redija um texto de no mínimo 3 linhas para justificar sua resposta.
4- Quais eram os papéis da Igreja na sociedade feudal?
5- Quais elementos romanos e germânicos deram origem aos laços de suserania e vassalagem?

Responda aqui nos comentários.


terça-feira, 12 de maio de 2020

REVOLUÇÕES INGLESAS - 8ºs ANOS A, B, C e D - CALVITTI

Olá, caros alunos dos 8º anos.
Vamos iniciar as atividades pelo blog.

Utilizaremos o livro de História que foi distribuído para todos os alunos e nele seguiremos uma linha, respeitando o Currículo Paulista.

Abordamos Teoria da História no início do ano letivo e agora iniciaremos a crise do Absolutismo Monárquico e do Antigo Regime, começando pelas Revoluções Inglesas do século XVII.

Podemos nos comunicar nos comentários, aceito sugestões de vocês, sempre se identifiquem nos comentários (mesmo com perfil anônimo, diga seu nome e série).





Vídeo-aula sobre as Revoluções Inglesas do século XVII e como o Absolutismo monárquico marcou a Inglaterra.

O livro de História (Projeto Araribá) começa com as Revoluções Inglesas do século XVII, com a crise da Dinastia Stuart, a República Puritana de Oliver Cromwell e a Revolução Gloriosa que instaurou a Monarquia Parlamentarista Constitucional na Inglaterra.

Os objetivos para esse início são:

* Identificar as particularidades político-sociais da Inglaterra do século XVII e analisar os desdobramentos posteriores à Revolução Gloriosa.

Caso vocês tiverem dificuldades de compreender o surgimento da Dinastia Tudor, é importante revisar a Guerra das Duas Rosas (1455-1485) e a  Reforma Protestante na Inglaterra, onde o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e fundou a Igreja Anglicana (Igreja da Inglaterra).


Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Parabólica.


Vídeo sobre a Guerra das Duas Rosas do Canal Nerdologia.


Vídeo sobre as Reformas Protestantes do canal Parabólica.

Na imagem de abertura do Capítulo 1 do livro, temos a primeira-ministra Thereza May cumprimentando a Rainha Elizabeth II no Palácio de Buckingham . Na ocasião, em 2016, a Inglaterra era governada pela primeira-ministra Thereza May. Hoje, Boris Johnson é o atual primeiro-ministro inglês.

Responda nos comentários os dois exercícios da página 17 e responda também o que você sabe sobre a família real britânica, citando fatos e podendo até postar links sobre fatos recentes envolvendo a rainha e os príncipes.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

ALUNOS DO CALVITTI - 7º ANO C E 8ºS ANOS, SEJAM BEM VINDOS!

Olá pessoal, vocês estão bem?

Sejam bem-vindos no meu blog.

Ainda não postei material referente ao conteúdo de vocês, mas aqui tem algumas coisas sobre História Medieval e História Moderna, vale a pena conferir.

Abraços!